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Morre aos 87 anos o radialista, Alfredo Raymundo Filho

Alfredo Raymundo Filho, radialista com passagens por diversas emissoras brasileiras, morreu, às 22h50 desta quinta-feira (27), em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, aos 87 anos.


O jornalista teve um infarto agudo do miocárdio, após ficar 25 dias internado na Unidade de Terapia Intensiva Cardiológica, do Complexo Hospitalar de Niterói (CHN).

Raymundo Filho começou como repórter esportivo, em 1954, na Rádio Difusora de Petrópolis. Ele também teve passagens pela Rádio Globo, onde permaneceu até 1963, e pela Rádio Farroupilha, de Porto Alegre.

Nos Diários Associados, teve duas passagens durante a década de 70, atuando como diretor-administrativo. Em 1989, voltou como Diretor-Geral da Rádio Tupi se tornando condômino, nos anos 90. O radialista também foi vice-presidente da Associação Brasileira das Empresas de Rádio e Televisão (Abert) e presidente da Associação das Emissoras de Rádio e TV do Estado do Rio de Janeiro ( AERJ).

Ao longo de toda a carreira, Alfredo lançou diversos ícones do rádio brasileiro, como Paulo Giovani, que ganhou notoriedade nacional após Raymundo Filho escutá-lo na Rádio Imperial de Petrópolis. Em 1968, com apenas 16 anos, se mudou para o Rio e estreou um programa na Rádio Tupi. Paulo Lopes, Paulo Barboza, e o narrador José Cunha, dono do icônico bordão “Tá Lá!” também foram apadrinhados pelo radialista.



Alfredo Raymundo Filho deixa a esposa e os filhos Emilia e Ricardo Henrique.


Com informações Super Rádio Tupi

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