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Áudio é a melhor maneira para que os anunciantes alcancem um público que está em movimento


Uma publicação do Ad Age, relacionado ao Pandora (Estados Unidos), faz um alerta ao anunciantes, algo que também vale para mercados como o brasileiro. "Se você está ignorando o áudio, está perdendo um enorme - e em rápida expansão - público educado, rico, equilibrado e com equilíbrio de gênero e leal", afirma o diretor de receita da Pandora, John Trimble. Parece óbvio, mas o áudio em plataformas como o rádio, streaming e podcasts, se mostra como o meio mais adequado para se adaptar a um público em movimento.

Esse alerta é um foco para que os anunciantes se adaptem à crescente demanda do consumo de áudio, motivado por fones de ouvidos e smart-speakers (caixas de som com inteligência artificial). Para se ter uma ideia, segundo um levantamento da comScore, 50% de todas as pesquisas de internet serão feitas por voz em 2020. Trimble aponta para "The Podcast Consumer 2018", da Edison Research, em publicação do Inside Radio, que lembra o poder de compra dos ouvintes de podcast, os quais mais da metade tem renda familiar anual de mais de US$ 75.000 e é provável que se envolvam com marcas e produtos que "excitam e provocam emoções, algo que o som faz muito bem por causa de sua capacidade de criar conexões primárias", escreve o executivo da Pandora.

Outro ponto importante é a quantidade de tempo gasto ouvindo pelos usuários de podcast também favorece os profissionais de marketing que escolhem o áudio. Edison descobriu que os ouvintes de podcast consomem uma média de sete podcasts por semana e um terço ouve cinco horas ou mais de conteúdo de podcast semanalmente. O levantamento da Edison afirma que esse público deve dobrar de tamanho.

Isso também tem relação com o rádio. Nos Estados Unidos, o veículo é líder de alcance com 92% de consumo semanal, sendo 132,4 milhões de norte-americanos impactados pelo rádio mensalmente (98% de alcance mensal), segundo a Nielsen. Desses, o tempo médio é próximo de 2 horas diárias. Já no Brasil, o volume de tempo gasto chega a ser um atrativo ainda maior para a publicidade, já que a média atual é de 4h33min de consumo diário (segundo o Inside Radio, levantamento recente do Kantar Ibope Media).

Voltando ao panorama norte-americano, cenários como a eleição presidencial e os Jogos Olímpicos, devem fomentar ainda mais o áudio em 2020. "Com isso em mente, conectar-se ao público do áudio da maneira certa, na hora certa, se torna mais crucial do que nunca", define Trimble em seu artigo.

CivicScience: 22% dos ouvintes de podcast compram produtos e/ou serviços de anúncios executados na plataforma

Ainda no cenário áudio e publicidade, com foco no podcast, uma pesquisa mostra como os ouvintes dessa ferramenta são muito leais, semelhante ao que ocorre com o meio rádio. Por exemplo: novos dados do CivicScience apontam que cerca de 22% dos ouvintes de podcast nos Estados Unidos dizem que adquiriram um produto ou serviço depois de ouvir um anúncio de podcast.

Em janeiro o CivicScience informou que, de acordo com sua pesquisa, cerca de um quarto da população em geral com mais de 13 anos de idade agora ouve ativamente um podcast nos Estados Unidos. Hoje esse número permanece inalterado desde o estudo inicial, ocorrido no início deste ano.

"Não é surpresa que os tipos mais populares de podcasts também sejam aqueles cujos ouvintes fizeram uma compra devido a um anúncio", relata o CivicScience em portal, que completa afirmando que "parece que podcasts de interesse especial, sejam crimes reais, bem como notícias e podcasts políticos, têm a maior conversão de anúncios dentro deles".

Com Informações Site Tudo Rádio


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